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terça-feira, 20 de janeiro de 2015

DESCRIÇÃO DE LOKI

Nome: LOKI, LOKE, LOKJE, LODUR – dependendo da língua local
REGENTE DO FOGO - GIGANTE, SEMIDEUS, OU DEUS? – AS FONTES DIFEREM

Minha conclusão: Semideus
Pais: gigante Farbauti (o cruel) e a deusa vanir Laufey (ilha das folhas)
Irmãos: não existem relatos de irmão nas fontes pesquisadas
Esposas: 1ª. - giganta Angrbodda (a destruidora), 2ª. Deusa Sigyn
Filhos: Hel, o lobo Fenrir, Jörmungand (a Serpente do Mundo) e Sleipnir (o cavalo mágico de Odin)
Aparência: bonito, alto, esguio, cabelos ruivos, olhos verdes
Símbolos: fogueiras, explosões, erupções vulcânicas, incêndios, queimadas, terremotos, plantas alucinógenas, espinhentas ou venenosas
Morada: Asgard (a convite de Odin)
Runa: Ansuz
Animais totêmicos: raposa, égua, lobo, mosca varejeira, salmão, serpente aquática, pulga
Cor: furta cor

Loki é a figura mais misteriosa, complexa, controvertida e de difícil compreensão, do panteão nórdico. Tem características ambíguas, atuando ora como um catalizador de mudanças e evolução inusitada, ora como inimigo dos deuses, conduzindo as forças do caos, como no Ragnarök. As vezes cômico, é protagonista de episódios divertidos, mas também provoca infortúnios, intrigas e situações embaraçosas ou eventos trágicos.
Sua ambivalência aparece nos mitos como criativo, travesso, trapaceiro, embusteiro, sabotador, ladrão, fofoqueiro, pernicioso, invejoso e as vezes maldoso, mas não totalmente mau, até a morte de Baldur. Após o cristianismo, alguns tradutores complementaram, tardiamente, seus mitos com atos maléficos e cruéis, associando-o a Satanás. Assim como os bobos das cortes medievais, ele fala a verdade, sem medo de punição e cria situações constrangedoras, sem se preocupar com regras ou conveniências sociais.
Semelhante a outros personagens de mitos ou fábulas, Loki é o inimigo da entropia, da acomodação e da inércia, usando o caos como uma fria e calculada estratégia para promover mudanças ou ampliar a compreensão, ativando o potencial inato dos espectadores e facilitando o crescimento pessoal.
Loki é um arquétipo liminar, não pertence por inteiro aos gogantes, nem aos deuses, com os quais viaja mora junto em Asgard e participa de suas aventuras, problemas e conquistas. É um agente do caos protagonista do apocalipse, mas ligado por um pacto de sangue a Odin.

                                           Texto baseado no livro Ragnarök, de Mirella Faur, pág. 192 a 196

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

PRINCIPAIS CARCTERÍSTICAS DE THOR

PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DE THOR

NOMES: THOR (Donner, Donnar, Thunor, Thunar – de acordo com a lígua de cada região)



Deus Aesir, do trovão e do relâmpago, defensor de Asgard, guardião e protetor de Midgard, regente e padroeiro dos humanos, em especial os trabalhadores braçais, camponeses, escravos e viajantes. Nas uniões, era invocado para abençoar os casais, impondo seu martelo e colocando-o no colo de cada um, para abençoar sua união, e dar-lhes muitos filhos. Nos contratos, era invocado para sacramentar o compromisso dos envolvidos. Era o deus mais cultuado pelos Homens.

Filho de – Odin (o Pai Universal) e Erda (Jörd), a Mãe Terra

Principais irmãos: por parte de pai, Baldur, Hödur e Vidar

Esposa – a primeira: a gigante Járnsaxa, com quem teve o filho Magni (força), e segunda esposa: a deusa Siff

Filhos - Magni (força), Trudh (poder), Modhi (coragem)

Heranças - de Odin herdou os poderes sobre o ar, vento, tempestade, relâmpagos e trovões, e de Erda (Jord) o imenso poder da Terra Mãe e o cinturão mágico do poder, chamado Megingard.

Aparência física- um homem alto, corpulento, vigoroso de penetrantes olhos azuis, cabelos e barba ruivos. Usava túnica e botas de pele de urso, o cinturão da força e poder, martelo, luvas, elmo e anel (pulseira) de ferro, voava pelo céu numa carruagem de bronze puxada por dois enormes bodes pretos chamados Tanngnost e Tanngrisni, e de cujos cascos saíam faíscas de fogo. Estes eram seus piores inimigos, pois tornavam escassas sua alimentação.

Principais características – um dos deuses mais apreciados na Terra, era um guerreiro tempestuoso e impulsivo que estava em constante guerra contra os gigantes (que representavam as maiores dificuldades da natureza, tais como o frio de temperaturas extremas e neve (gigantes do gelo), os vulcões, (gigantes do fogo). Obediente, cumpria as ordens do pai sem questionar, protetor, justiceiro, prático, guloso.

Símbolos – Mjöllnir, martelo semelhante a um machado com uma lâmina de cada lado que após o lançamento voltava ao seu dono; Jarngreip, luvas de ferro, sem as quais o martelo não tinha força; Megingjard cinturão mágico; Armring, um bracelete que chamavam de anel, sobre o qual, junto com Mjölnir, eram feitos os juramentos nos ritos de passagem; elmo de ferro; roda solar; raios e trovões; menires de pedra, pilares de madeira de carvalho, runa Thuriaz.

Atributos - coragem, força física, proteção e defesa, fertilidade, virilidade, preservação da ordem, vitória, superar empecilhos.

Animais companheiros - dois bodes pretos (de cujos cascos saíam faíscas de fogo) que ele devorava quando tinha fome, devolvendo-lhes a vida em seguida impondo seu martelo sobre seus ossos colocados dentro suas peles.

Morada – Asgard, na região de Thrudheimer, palácio Bilskirnir (o relâmpago), com 540 quartos, das quais saiam seus guerreiros para ajudar os deuses nas batalhas.

Dia de celebração - quinta feira, Thursday (em inglês – baseado na runa Thuriaz que o representava), Donnerstag (em alemão), que significa o Dia de Thor.

Animais totêmicos - touro, bode
Cor – vermelha


NOTAS:
1 - É IMPORTANTE SABER como se pronunciam a seguintes letras: “J” é pronunciado como “i” e o “G” como o nosso “G” sem o “U” no meio do “G” e o “i” ou do “E”
2 - “Estas características são uma introdução para entender melhor suas histórias e sua posição entre panteão dos deuses nórdicos.”
3 – Tenham paciência, existem muitos e complicados nomes, mas com o tempo vão se acostumar...

4 – A próxima postagem será uma história de uma das aventuras de Thor.

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

O ÚLTIMO DIA DO FESTIVAL DO YULE



Encontramos na ”Roda Solar” ou “Roda do Ano”, o Festival do Yule  que é a época do Solstício de Inverno no hemisfério norte, quando Baldur, a Criança da Luz e do Sol nasce e depois de sua morte renasce todos os anos nesta época. Dentro da Tradição Nórdica, esta festa durava 12 dias, de 20 a 31 de dezembro, do nascimento do Deus Menino até o Ano Novo. Este era o mais importante de todos os festivais.
Neste período, vários deuses visitavam a Terra. Odin, o Deus Pai, viajava pelo céu com Sleipnir, seu cavalo de oito patas, deixando presentes para as crianças que penduravam suas botas ou meias nas janelas com açúcar para seu cavalo. Thor (o regente de Midgard e filho de Erda, a Mãe Terra) que sobrevoava Midgard com sua carruagem puxada por seus cabritos, jogava, na noite do nascimento de Baldur, brinquedos e doces para as crianças e para isto contava com a colaboração dos Elfos.


 OSERVAÇÃO: Nos tempos modernos da era cristã, Sleipnir ou os cabritos puxando a carruagem de Thor, foram transformados nas renas e o barbudo Odin ou Thor acabaram virando o Papai Noel. Até hoje existe na Noruega, uma estátua de Odin (ou Thor), que a Igreja acabou transformando na estátua de “São Nicolau”. A morte e o renascimento de Balder mostram o fim e o início de um Novo Ciclo. Por esta razão a religião cristã tentou sincretizar Balder com Cristo Ressuscitado, já que Balder também volta dos mortos para trazer Luz ao mundo.

                                                                                                                   Por Denis Magnus

Na véspera do Ano Novo, as moradias eram lavadas de baixo a cima, era feita uma faxina rigorosa e objetos não usados eram doados ou jogados fora. No dia primeiro de dezembro as coroas do advento do nascimento do esperado Deus Menino, com seus bilhetes de pedidos, juramentos ou compromissos, eram queimados para liberar os pedidos. Este período representava a renovação física e espiritual.

O último dia do Ano era uma festa muito alegre na comunidade, com muita comida e bebida, danças, canções e declamação de poesias. À meia noite atiravam flechas incendiadas para iluminar o céu, mas direcionadas para caírem na água, deixando a festa ainda mais animada, com muita luz e muito bonita.

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

O NASCIMENTO DE BALDUR – “O BRILHANTE”, “O LUMINOSO”, “O BELO”

DEUS DA LUZ DA MITOLOGIA NÓRDICA
OBSERVE AS SEMELHANÇAS COM O NASCIMENTO DE JESUS


Baldur, o aguardado Deus Menino, nasceu um dia depois do Solstício do Inverno (do hemisfério norte) que tem a noite mais longa do ano. Seria no calendário de hoje, o dia 24 de dezembro, celebrando o renascimento do sol, a luz, pois a partir deste dias, eles começam a ficar maiores e as noites mais curtas.
Ele era o filho de Odin, o Deus Pai e Frigga, a Senhora, portanto meio-irmão de Thor. Nasceu iluminado por uma aura dourada. Cresceu e desenvolveu-se surpreendentemente rápido. Passou a fazer parte do concílio dos deuses ainda muito jovem, onde passou a revelar seu conhecimento mágico do alfabeto divino, as runas, e a cura através da plantas e imposição de mãos. Com uma aparência angelical, muito belo, radiante, resplandecente, claro, cabelo comprido, cachos loiros e olhos azuis, era a personificação da bondade.  era amado por todos e importava-se com eles e defendia os oprimidos.
Baldur nasceu para aumentar a capacidade de aceitação e tolerância, despertar o perdão e a compaixão, morrer e renascer. Era o mensageiro da “Idade de Ouro”, foi o único de deus a renascer depois do apocalipse (Ragnarok), a purificação do Universo e veio a ser “O Senhor” do Universo.
Seus símbolos eram a luz, o brilho, o anel, a coroa e a beleza. Era um deus martirizado pelo mal, portanto um deus sacrificial.
Ele morava em Asgard, em Breidablik, um lugar puro e luminoso, num templo dourado com pilares prateados com sua esposa Nanna (flor). Era muito feliz, mas de repente, passou a ter sonhos de presságio da sua morte e passou a ficar triste e deprimido. Desabafou com sua mãe Frigga, que para protege-lo percorreu os Nove Mundos, pedindo a todos os seres, vivos ou inanimados, que não lastimassem seu filho.
Para comprovar sua invulnerabilidade, colocou-se a prova dos deuses que arremessavam suas armas contra ele. Para alegria de todos, permaneceu ileso, transformando o teste numa alegre e divertida brincadeira.
Enquanto isso, Odin foi consultar uma profetisa. Montado no seu cavalo Sleipnir, atravessou a ponte Bifrost e seguiu até o obscuro Reino de Hel. Surpreso, constatou que ali estava tudo sendo preparado para uma grande festa. Desconhecendo o motivo, procurou pelo corpo inerte da renomada profetisa e entoando encantamentos rúnicos, despertou a vidente do sono da morte, fazendo-lhe várias perguntas, sem revelar sua identidade. Consternado, soube que a festa que estava sendo preparada, era para receber seu amado filho Baldur e sua esposa Nanna. Então indagou como ele morreria e a vidente lhe informou que seria morto por seu irmão cego, Hoedur. A profetisa mergulhou novamente em seu sono eterno e Odin voltou triste para Asgard. Lá Frigga informou-lhe de suas providências e o desesperado pai ficou aliviado.
Aborrecido, Loki observava a brincadeira dos deuses. Invejoso com a invulnerabilidade de Baldur, foi em busca de uma brecha para acabar isso. Disfarçou-se em uma velha e pensou em uma armadilha para Frigga que lhe contou que intercedeu junto a todos os seres pedindo-lhes que não ferissem seu filho. Então a velha (Loki) lhe perguntou se não havia esquecido nada ou ninguém a lhe prestar juramento, e Frigga, pensativa, lembrou-se que havia esquecido de pedir ao modesto e escondido visco, mas não se preocupou, acreditando que se tratava de uma planta inofensiva. Imediatamente Loki confeccionou uma flecha de um galho de visco e procurou Hoedur, o deus cego, retraído, solitário e obscuro irmão de Baldur, atiçando-o a participar da brincadeira. Contente por poder participar, deixou Loki direcionar a flecha em suas mãos para alvejar seu irmão e acabou matando o inocente Baldur. Caíndo inerte e morto,todos deuses que participavam da brincadeira, ficaram surpresos, estarrecidos e caíram em prantos.
Mas Frigga não desistiu de seu filho, e perguntou aos deuses, qual deles se dispunha a ir até Hel e lhe pedir o retorno de Baldur. O deus Hermond se ofereceu como mensageiro e cavalgando Sleipnir, chegou à ponte Gjallar guardada por Mordgud e lhe pediu passagem para penetrar o Reino de Hel. Ali, consternado viu o corpo do seu irmão Baldur. Implorou a Hel que devolvesse a vida a Baldur e o liberasse para voltar a Asgard. Hel impôs uma condição: se todas criaturas chorassem a morte do deus e implorassem por sua volta, ela o liberaria. Então, cheio de esperança, Hermond retornou para levar as boas novas aos deuses em Asgard, que imediatamente lançaram este pedido a todos os mundos. Porém, novamente Loki interferiu com outra maldade e, disfarçando-se como uma velha de nome Thokk que morava numa gruta, e recusou-se a derramar uma lágrima sequer, muito menos, implorar pela volta do luminoso deus.
Com essa decisiva recusa, os deuses, sem escolha, começaram a preparar a pira funerária de Baldur no seu navio Ringhorn, decorando-o com guirlandas e coroas de flores. Quando todos se despediram do amado companheiro, chegou a vez de sua esposa abraça-lo para a derradeira despedida. Então Nanna caiu fulminada pela dor de sua perda. Assim foi colocada ao lado do seu marido na pira funerária. Os deuses ainda colocaram preciosas oferendas na pira e Odin acrescentou seu anel mágico, Draupnir. Uma vez empurrado ao rio, o barco foi incendiado por uma flecha. Quando as chamas engoliam o navio, projetou-se no céu uma enorme luz incandescente.

Loki foi preso e ali permaneceu até o Ragnarok.

Para homenagear ao luminoso deus, costumavam seus companheiros e súditos, costumavam a entoar estas palavras:
Salve a ti, Baldur, o mais belo entre os Aesir. Filho do todo-poderoso Odin e de Frigga, aquela que tudo sabe. Amado companheiro de Nanna e pai de Forseti. Tu, que por traição e inveja foi parar em Hel, mas que renasce como a luz no fim dos tempos dos deuses. Com tua poderosa luz renovadora, venha depressa ficar comigo e me ajude pois preciso do seu amor, bondade e compaixão.  Hail, Baldur!
Fonte: http://iniciacaoasrunas.wordpress.com/2011/05/22/oracao-a-baldur/ 

CURIOSIDADE:
Segundo estudos, a música que entoamos no Natal: "Bate o sino pequenino, sino de Belém, já nasceu o Deus menino, para o nosso bem...", entre muitas outras, seriam músicas entoadas nos remotos tempos, para Baldur, com exceção da nome da cidade de Belem, que teria sido substituída!

Por ocasião da Páscoa, voltaremos a falar em Baldur e sua ressureição.



terça-feira, 16 de dezembro de 2014

COROA DE ADVENTO






COROA DE ADVENTO 
SEMELHANÇAS COM A COROA DE AZEVINHO USADA NO YULE DOS NÓRDICOS

Os Nórdicos usavam o Azevinho para fazer a coroa, porque era o único arbusto que se mantinha verde e não perdia as folhas no escuro e assustador solstício de inverno. Portanto, um símbolo de persistência, esperança e vida, trazidos com o nascimento do Deus da Luz.
O significado da coroa ser confeccionada em forma de círculo, é porque ele não tem início nem fim, como o amor que Baldur teria por nós na sua infinita e eterna bondade. Também tem o formato de uma aliança, um elo, um compromisso dele conosco e de nós com ele e para com todos os outros seres.
O círculo também representava o “eterno retorno”, o fim de um ano e o início de outro, a “Roda Solar” (ou Roda do Ano), na qual eles contavam solstícios e luas para marcar os anos.
Esta coroa era feita em 20 de dezembro, enfeitada com luzes, nozes, sinos e escritos contendo pedidos, compromissos ou afirmações para o próximo ano. Em festas familiares eram feitos, sobre este anel sagrado, juramentos, selados compromissos,  com cânticos e histórias sobre o nascimento festejado.
 No dia 2 de janeiro, o décimo segundo dia da festa, era queimada pela matriarca da família, para liberar os pedidos.
Este período de 12 dias, era o Festival de Yule. Uma festividade nórdica, no período que seria hoje, por cerca de 20 de dezembro a 2 de janeiro, cujos símbolos e datas, usamos até hoje.









segunda-feira, 8 de dezembro de 2014




A ÁRVORE DE NATAL (YULE) NA MITOLOGIA NÓRDICA


Para festejar o nascimento de Baldur, o Deus da Luz, os Deuses   Nórdicos   e os humanos de Midgard, enfeitavam pinheiros com luzes e alimentos.

Esta árvore representava Yggdrasil, a Árvore da Vida, por ser a única árvore sempre verde (evergreen), inclusive no rigoroso inverno e simbolizava a vida. Iluminavam e enfeitavam os pinheiros com estrelas e alimentos. As luzes representavam a iluminação que o Deus Baldur, filho de Odin (o Deus Pai) e Frigga (a Senhora), trazia nesta época de clima escuro e perigoso para eles e a esperança que este deus representava com sua infinita bondade. Os alimentos representavam o sustento da vida.

Diz a lenda, que a Deusa Idun, que tinha um pomar com as árvores das maçãs da vida e da juventude, pendurava nos pinheiros, estas maçãs para decorá-lo. Seria o motivo pelo qual enfeitamos nossas árvores de Natal com bolas, enfeites comestíveis e algodão (neve).

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

NATAL NA MITOLOGIA NÓRDICA


No Natal temos de lembrar Baldur, o Deus da Luz e do Sol, da Mitologia Nórdica, pois são fortíssimas as semelhanças com Jesus Cristo.

Baldur nasceu no Solstício de Inverno do hemisfério norte, portanto entre 21 e 23 de dezembro no Calendário Gregoriano e segundo fontes, por volta de 25 de dezembro antes deste calendário.

Como Jesus Cristo teria nascido durante a viagem de Maria e José, de Nazaré a Belém, para o recenseamento romano, não teria acontecido nessa época tão gelada, chuvosa e difícil de viajar.

Baldur era o Filho do “Deus Pai”, Odin e Frigga, sua consorte, “A Senhora” e irmão de Thor, por parte do pai. Também era o mais nobre, gentil e bondoso de todos os deuses e amado por todos. Excedeu a todos em delicadeza, prudência e eloquência. Tão belo que a luz dele se irradiava, envolvendo-o em luz, criava um halo de luz ao redor de sua cabeça.

Próxima semana continuaremos esta maravilhosa história, deste amável e misericordioso Deus!